Os três tipos de críticos do governo Rollemberg. Qual é o mais coerente?



O governador Rodrigo Rollemberg vem sofrendo várias críticas em menos de 1 mês de gestão. Os críticos podem estar exagerando? Depende de qual deles. Este blogueiro votou no governador, mas não o poupa quando enxerga que ele descumpriu uma de suas principais promessas de campanha, no caso as escolhas e os critérios para as administrações regionais, onde a população nem sequer foi consultada.

Imaturo e ignorante
Existem três tipos de críticos. O primeiro é o imaturo e ignorante. Para ele, Rollemberg deveria resolver todos os graves problemas do DF em apenas 1 mês de mandato. Este tipo de crítico não entende muito de política e nem tem noção real da herança maldita que o governador herdou de seu antecessor.

Partidário e “cego”
Este crítico não votou no governador, bem como torce pelo fracasso de seu governo, como se ele próprio não fosse sofrer na pele os impactos de mais uma gestão negativa na cidade. Para ele, quanto pior, melhor. É partidário e cego, ou só pensa em seus próprios interesses políticos, não no DF como um todo.

Responsável e fiscal
É o crítico que pode ter votado ou não em Rollemberg, mas fiscaliza sua gestão de forma responsável, elogiando quando deve e criticando quando necessário. Portanto, o crítico fiscal é o mais coerente, pois compreende que não se resolvem todos os problemas do DF em apenas 30 dias, bem como sabe que fazer oposição agressiva não contribuirá em nada para sanar os problemas crônicos da cidade. Todavia, se o governador descumprir uma promessa de campanha e fizer o inverso do que prometeu, deve sim ser criticado, mas de forma responsável.

Herdar herança maldita não significa que o governante estará imune a críticas por erros que vier a cometer.

Da Redação
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Por Movimento dos Comunicadores do Brasil

DF 24 Horas

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