SEGURANÇA: Câmara de monitoramento de homicídios será criada no Recanto das Emas

Uma das metas é acelerar a tramitação de processos criminais. Secretaria da Segurança Pública organiza workshop sobre o tema nesta quarta (29)


A Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social promoverá, na tarde desta quarta-feira (29), workshop para a criação da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios do Distrito Federal. Durante a oficina, serão apresentadas medidas a fim de acelerar a tramitação de inquéritos e processos criminais. O evento será uma das ações estratégicas do Pacto pela Vida — programa que visa reduzir a criminalidade e aumentar a sensação de segurança do cidadão.

Além de representantes da secretaria, a iniciativa contará com integrantes do Ministério Público do DF, do Tribunal de Justiça do DF e da Polícia Civil. As instituições vão sugerir formas de tornar mais céleres a investigação e o inquérito. “Essa câmara será a construção de um padrão de atuação, no qual esses órgãos vão estar em contato constante durante as etapas processuais”, explica o secretário da Segurança Pública e da Paz Social, Arthur Trindade. Para isso, o secretário antecipa a necessidade de reestruturar a Coordenação de Repressão a Homicídios. O departamento, ligado à Polícia Civil, será implantado em caráter experimental em Ceilândia neste semestre.

Frentes de atuação
A partir da semana que vem, Trindade fará uma série de reuniões com os comandos dos órgãos de segurança de Brasília para apresentar os resultados dos grupos de trabalho. São três frentes de atuação com propostas ao programa Pacto pela Vida. Cada equipe é responsável por um tema: responsabilidade, governança e informação. 

Os encontros começarão em 5 de maio com a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. “Os grupos pretendem expor estratégias de aproximação da política de segurança pública com os operadores dessa política: policiais, agentes, comandantes e delegados, entre outros”, explica a coordenadora do Pacto, Andreia Macedo.

Pacto
Mesmo sem o lançamento oficial, previsto para junho, o programa Pacto pela Vida começou de maneira experimental em quatro regiões administrativas: Taguatinga, Plano Piloto, Sobradinho I e II/Fercal e Santa Maria. Durante dois meses, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Departamento de Trânsito do DF (Detran) e representantes da sociedade civil se reuniram para articular e debater estratégias para a melhoria da segurança.

O secretário Arthur Trindade destacou que, mesmo sem estar devidamente implementado, o programa conseguiu estabelecer mudanças: “Investigações, cumprimento de mandados, política de distribuição de efetivos da Polícia Militar e aumento do número desses profissionais nas ruas são alguns reflexos do Pacto pela Vida”, enumera.

Fonte: Redação.


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Por Movimento dos Comunicadores do Brasil

DF 24 Horas

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