Executivo estuda mudanças para melhorar atendimento da Ciade

Em reunião com gestores da segurança pública, governador discutiu medidas como o remanejamento de servidores para a central integrada

O governo de Brasília fará mudanças no serviço prestado pela Central Integrada de Atendimento e Despacho (Ciade), que atende a chamados originados dos telefones 190, da Polícia Militar; 193, do Corpo de Bombeiros Militar; 199, da Subsecretaria de Proteção e Defesa Civil, da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social; e 112 e 911, números internacionais de emergência e urgência.

As medidas foram discutidas na tarde desta segunda-feira (18), em reunião do governador Rodrigo Rollemberg com gestores de forças de segurança e a secretária da Segurança Pública e da Paz Social, Márcia de Alencar Araújo, no Palácio do Buriti. "Vamos fazer reformulações para que a população tenha um atendimento mais rápido quando procurar a Ciade e, com isso, teremos mais possibilidades de socorrer as vítimas e prender os criminosos", avaliou Rollemberg.

O serviço é prestado por 126 atendentes, divididos em cinco turnos de 12 horas. "Remanejaremos alguns servidores que estão na área de segurança pública para complementar as vagas na Ciade", adiantou. Segundo ele, a ideia é aprimorar a integração na central e o tempo de resposta à população.

Ações de segurança pública em 2016
No encontro de hoje, o chefe do Executivo e os gestores também analisaram os primeiros dias do ano em relação à segurança pública. Para o governador, há números positivos, mas ainda são necessários esforços para melhorar determinados índices, como roubo a ônibus e a residências.

Em 8 de janeiro, foi retomada a operação Redução dos Índices de Criminalidade, na qual 600 policiais militares são retirados de atividades administrativas para reforçar o policiamento nas ruas do Distrito Federal em dias determinados. O foco é apreensão de armas de fogo, diminuição de homicídios e roubos a coletivos e a residências. A Polícia Militar trabalha de forma intensiva também na apreensão de armas de fogo. Em paralelo, outras ações são tomadas pelas demais forças de segurança. A Polícia Civil, por exemplo, intensifica o cumprimento de mandados de prisão e a repressão ao tráfico de drogas.

Além da secretária da Segurança Pública, participaram da reunião os comandantes-gerais da Polícia Militar, coronel Marcos Antônio Nunes de Oliveira, e do Corpo de Bombeiros Militar, Hamilton Santos Esteves Junior; os diretores-gerais da Polícia Civil, Eric Seba de Castro, e do Departamento de Trânsito, Jayme Amorim de Sousa; e o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio.
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Por Movimento dos Comunicadores do Brasil

DF 24 Horas

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